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NPC Companions. Many characters participated in this war either fighting, or as observers. In different articles we will introduce most of them.

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André Rebouças

André Pinto Rebouças nació en la ciudad de Cachoeira, región del Recóncavo baiano, el día 3 de enero de 1838, hijo mayor de Antônio Pereira Rebouças y Carolina Pinto Rebouças.

En febrero de 1846, su familia se cambió de Bahia para Rio de Janeiro, donde André frecuentó algunos colegios, siempre con un óptimo rendimiento escolar, hasta ingresar, en 1854, en la Escuela Militar (después llamada de Central y, por fin, Politécnica, en el Largo de San Francisco), concluyendo el curso preparatorio, en 1857, y siendo promovido a 2º teniente del Cuerpo de Ingenieros.

Fue bachiller en Ciencias Físicas y Matemáticas, en abril de 1859, en la Escuela de Aplicación de la Playa Roja, logrando el grado de ingeniero militar, en diciembre de 1860.

Rebouças fue convocado para la Guerra de Paraguay, en la función de ingeniero militar, en ella permaneciendo durante el período de mayo de 1865 a julio de 1866, cuando tuvo que regresar a Rio de Janeiro, por motivos de salud.

Durante la guerra, a medida que los buques de guerra se volvieron cada vez más integrales, Reboucas diseñó un dispositivo sumergible que podía proyectarse bajo el agua, provocando una explosión con cualquier barco que golpeara. El dispositivo se conoció como el torpedo.

Rebouças participó de la creación de algunas sociedades antiesclavistas, como la Sociedad Brasileña contra la Esclavitud, la Sociedad Abolicionista y la Sociedad Central de Inmigración.

Como abolicionista, aportó no solamente como intelectual para el ideal de la abolición, pero también en la efectiva actuación en el movimiento. Su visión progresista y liberal lo hizo contraponerse a todos los tipos de esclavitud, no solamente la negra, luchando aún contra la “reesclavización del inmigrante por los dueños de la tierra”. Fue uno de los pocos abolicionistas que antevieron las implicaciones más profundas de la eliminación de la mano de obra esclava. Para él la “esclavitud no está en el nombre y sí en el hecho de usufructuar del trabajo de miserables sin pagar salario o pagando solamente lo estrictamente necesario para no morir de hambre".

Defendía la emancipación y regeneración del esclavo por la adquisición de la propiedad de la tierra. Para él la respuesta para la transformación de la agricultura brasileña era el cambio de los sistemas de pose de la tierra.

Monarquista, amigo personal del emperador Pedro II, Rebouças no aceptó la implantación del régimen republicano, decidiendo seguir la familia imperial en su exilio.

Abatido por el exilio y por un estado de salud precario, murió el día 9 de mayo de 1898. Su cuerpo fue rescatado, en la base de un peñasco de cerca de 60 metros de altura, próximo al hotel en que vivía.

En el día 18 de junio sus restos mortales oriundos de la Isla de la Madera, fueron trasladados solemnemente, por mar, de las Docas Nacionales hasta la Playa de Botafogo, y de allí a pie, hasta el Cementerio de San João Batista, en Rio de Janeiro, donde fueron sepultados.

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André Rebouças

André Pinto Rebouças was born in the city of Cachoeira, in the Recóncavo Baiano region, on January 3, 1838, the eldest son of Antônio Pereira Rebouças and Carolina Pinto Rebouças.

In February 1846, his family moved from Bahia to Rio de Janeiro, where André attended some schools, always with an excellent academic performance, until he entered, in 1854, the Military School (later called Central and, finally, Polytechnic , in Largo de San Francisco), concluding the preparatory course, in 1857, and being promoted to 2nd lieutenant of the Engineers Corps.

He was a bachelor in Physical and Mathematical Sciences, in April 1859, at the School of Application of the Red Beach, achieving the degree of military engineer, in December 1860.

Rebouças was summoned to the Paraguayan War, in the role of military engineer, staying there from May 1865 to July 1866, when he had to return to Rio de Janeiro for health reasons.

During the war, as warships became more and more comprehensive, Reboucas designed a submersible device that could be projected underwater, causing an explosion with any ship it struck. The device became known as the torpedo.

Rebouças participated in the creation of some antislavery societies, such as the Brazilian Society against Slavery, the Abolitionist Society and the Central Immigration Society.

As an abolitionist, he contributed not only as an intellectual to the ideal of abolition, but also in effective performance in the movement. His progressive and liberal vision made him oppose all types of slavery, not only the black one, still fighting against the "re-enslavement of the immigrant by the owners of the land." He was one of the few abolitionists who foresaw the deeper implications of the elimination of slave labor. For him, "slavery is not in the name but rather in the fact of taking advantage of the work of the miserable without paying wages or paying only what is strictly necessary to avoid starvation."

He defended the emancipation and regeneration of the slave by acquiring ownership of the land. For him the answer for the transformation of Brazilian agriculture was the change of the systems of land possession.

A monarchist, a personal friend of Emperor Pedro II, Rebouças did not accept the implantation of the republican regime, deciding to follow the imperial family in exile.

Defeated by exile and a precarious state of health, he died on May 9, 1898. His body he was rescued, at the base of a cliff about 60 meters high, near the hotel where he lived.

On June 18, his mortal remains from Isla de la Madera were solemnly transferred, by sea, from the National Docks to Botafogo Beach, and from there on foot, to the San João Batista Cemetery, in Rio. de Janeiro, where they were buried.

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André Rebouças

André Pinto Rebouças nasceu na cidade de Cachoeira, região do Recóncavo Baiano, em 3 de janeiro de 1838, filho mais velho de Antônio Pereira Rebouças e Carolina Pinto Rebouças.

Em fevereiro de 1846, sua família mudou-se da Bahia para o Rio de Janeiro, onde André frequentou algumas escolas, sempre com excelente desempenho acadêmico, até ingressar, em 1854, na Escola Militar (mais tarde denominada Central e, por último, Politécnica, no Largo de San Francisco), concluindo o curso preparatório, em 1857, e sendo promovido a 2º tenente do Corpo de Engenheiros.

Ele era bacharel em Ciências Físicas e Matemáticas, em abril de 1859, na Escola de Aplicação da Praia Vermelha, alcançando o grau de engenheiro militar, em dezembro de 1860.

Rebouças foi convocado para a Guerra do Paraguai, na função de engenheiro militar, permanecendo no período de maio de 1865 a julho de 1866, quando teve de retornar ao Rio de Janeiro por motivos de saúde.

Durante a guerra, conforme os navios de guerra se tornavam cada vez mais abrangentes, Reboucas projetou um dispositivo submersível que poderia ser projetado debaixo d'água, causando uma explosão com qualquer navio que atingisse. O dispositivo ficou conhecido como torpedo.

Rebouças participou da criação de algumas sociedades antiescravistas, como a Sociedade Brasileira contra a Escravatura, a Sociedade Abolicionista e a Sociedade Central de Imigração.

Como abolicionista, contribuiu não apenas como intelectual para o ideal da abolição, mas também na atuação efetiva no movimento. Sua visão progressista e liberal fez com que se opusesse a todo tipo de escravidão, não só a negra, ainda lutando contra a “reescravização do imigrante pelos donos da terra”. Ele foi um dos poucos abolicionistas que previu as implicações mais profundas da eliminação do trabalho escravo. Para ele, “a escravidão não está no nome, mas no fato de aproveitar o trabalho dos miseráveis ​​sem pagar salários ou pagar apenas o estritamente necessário para evitar a fome”.

Ele defendeu a emancipação e regeneração do escravo ao adquirir a propriedade da terra. Para ele, a resposta para a transformação da agricultura brasileira foi a mudança dos sistemas de postura da terra.

Monarquista, amigo pessoal do imperador Pedro II, Rebouças não aceitou a implantação do regime republicano, decidindo seguir a família imperial no exílio.

Abatido pelo exílio e devido a um estado de saúde precário, faleceu em 9 de maio de 1898. Seu corpo foi resgatado, na base de uma falésia com cerca de 60 metros de altura, próximo ao hotel onde morava.

No dia 18 de junho, seus restos mortais da Isla de la Madera foram transferidos solenemente, por mar, do Cais Nacional para a Praia de Botafogo, e de lá a pé, para o Cemitério São João Batista, no Rio. De Janeiro, onde foram sepultados.

Andre reboucas


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